O deserto,Um enorme espaço,
Árido e agreste,
Onde a vida
Não existe.
Um sítio
Onde só há
Areia, areia, e mais areia.
A vida não sobrevive
Neste lugar devoluto.
O deserto,
O tempo parou.
É um sítio calmo onde se ouve a água a correr e o chilrear dos pássaros, e não se vê poluição.
Então foi assim. Caímos dentro de um castelo, num enorme salão. Olhámos à nossa volta e vimos, ao fundo, uma tela pintada que, em baixo, tinha um letreiro que dizia: “Edmund of Langley – 1.º Duque de York”. Ele era inglês, de Inglaterra. Depois dessa descoberta, silenciosamente, abrimos a porta e saímos desse salão. Encontrámo-nos num enorme corredor, com um compridíssimo tapete vermelho e dourado.
Nas paredes, uns quadros e uns espelhos com as molduras revestidas a ouro. Não estava ninguém no corredor. De seguida passámos para uma linda varanda. Estávamos em Kings Langley, no verdejante condado de Hertfordshire. Encontrámos então uma pessoa, o próprio Edmund of Langley. Cumprimentámo-lo e apresentámo-nos. Olhámo-lo de alto a baixo, estranhando as suas vestes. Perguntámos-lhe se estaríamos no século XV e ele disse que sim.
Tocámos rapidamente o sino e vieram cinco homens buscá-lo, mas já era tarde demais. Tinha falecido. Estávamos no dia 1 de Agosto de 1402 e Edmund of Langley contava sesenta e um anos de idade.
Meu amor,
........Só te queria dizer que não aguento muito mais assim, estou prestes a dizer tudo a rei Marke, o que sentimos um pelo outro…
Minha querida Isolda,
O cavalo branco galopou, galopou, galopou até chegarem ao fim da montanha. Os namorados, assustados, olharam para baixo e avistaram as terríveis ondas do mar a bater nas rochas pontiagudas. Ficaram petrificados. Não tinham por onde fugir. Então, o cavalo teve uma bela ideia. Saltar. A única oportunidade de sobrevivência. O príncipe estava com muito receio que se afogassem, mas, como não queria ser um homem morto, sem tentar as opções de fuga, concordou com a menina e com o lindo animal.
O mar tinha ondas cada vez mais aterradoras. A única opção era serem engolidos pela boca enorme. Pensaram, pensaram, pensaram e... nada. A menina gritou:
O cavaleiro subiu até ao ponto mais alto e tenebroso do castelo. Com receio do que poderia acontecer, enfiou a chave na fechadura, rodou-a lentamente e, quando abriu a porta…, deparou-se com a jovem mais bela que ele alguma vez vira. A jovem tinha cabelos castanhos como o chocolate, olhos brilhantes, lábios vermelhos como o coração que naquele preciso momento palpitava sem parar de amor pela jovem. A jovem encontrava-se num canto, a chorar. O cavaleiro quis tocar-lhe, mas ela impediu-o com um movimento suave, mas determinado, com raiva por a terem deixado ali durante horas, dias, semanas, anos… de pura e eterna solidão. E a rapariga só lhe disse:
– Não acredito!
Muito preocupados por a máquina não estar do nosso lado, desta vez tentámos fazer as coisas com mais calma, mas não deu resultado. Pois, com muito azar, fomos parar à armada de Pedro Álvares Cabral, pronto para descobrir o Brasil. Todos caímos na nau onde ia Pedro Álvares Cabral, menos a professora Susana Pinto e o professor Luís Rêpas. Eles foram cair mesmo na nau ao lado. Ainda estou para descobrir porque é que eles foram cair ali. Nós costumávamos cair sempre juntos.
r aqui. Viemos parar aqui por causa de uma máquina estúpida.
Encontrando-me entre a multidão, mais parecia estar a assistir a uma missa, junto a uma ermida. Olhando melhor consegui distinguir o que para mim seriam membros da realeza, o que me levou a crer que seria uma cerimónia muito importante. Ao fim de algum tempo comecei a conseguir entender o português que ali se falava; uma das coisas que mais se ouvia entre a multidão era o nome de Pedro Álvares Cabral: “Viva Pedro Álvares Cabral”.
Foi então que tudo se clarificou na minha mente, estava em finais do século XV, na cerimónia da partida da armada portuguesa que se iria dirigir à Índia, comandado pelo capitão-mor Pedro Álvares Cabral.
Estava um lindo final de tarde com um pôr de sol maravilhoso. As naus pareciam navegar lentamente em direcção ao sol e, de repente, o brilho tornou-se tão forte que, por momentos, tive de fechar os olhos. Quando os abri apercebi-me que estava de novo no meu quarto e era como se nada disso se tivesse passado.
Joe Carrot
que anda a danificar as colheitas? Eu acho que não, mas descobre tu a causa do problema… Acho que vai valer a pena!
Autora: Moony Witcher
Fomos parar directamente a uma das naus portuguesas que estavam a chegar à Índia. O professor Luís Rêpas, professor de História e Geografia de Portugal, com um pouco de medo, aproximou-se do capitão e perguntou o seguinte:
O capitão ficou admirado, desconfiado e também irritado.
sabíamos tudo o que se iria passar, ou seja, a importância que aquele capitão teria na história mundial. Nada disso foi suficiente para o convencer, o capitão era um homem demasiado orgulhoso para aceitar conselhos de umas pessoas tão estranhas.
temente, Robin Hood (2010).
s versões ao longo dos séculos. O mito de Tristão e Isolda tem origem em lendas que circulavam entre os povos celtas do norte da Europa, ganhando forma escrita na segunda metade do século XII. A história de Tristão e Iso
lda foi amplamente difundida por toda a Europa nos séculos seguintes (por vezes misturada com as lendas do Rei Artur e dos Cavaleiros da Távola Redonda), terá inspirado William Shakespeare a escrever Romeu e Julieta, no século XVI, e deu origem a uma famosa ópera de Richard Wagner, no século XIX.
uma bonita frase dita por Tristão a Isolda: "Não sei se a morte é maior do que a vida, mas o amor é maior do que ambas". O primeiro candidato a dirigir-se ao seu eleitorado foi o José Diogo. Com palavras sinceras, afirmou que, se fosse eleito presidente, acabaria com o desemprego no país. Para o conseguir, daria estímulos às empresas para contratarem jovens que não têm emprego e que são formados, para edificarem fábricas, para se desenvolverem e para exportarem os seus produtos. Concederia ainda bolsas de estudo para os estudantes universitários e tornaria o ensino obrigatório até ao 12.º ano. Promoveria também os cursos de formação profissional e o Inglês até ao 12.º ano, e aumentaria os centros de Novas Oportunidades. Defendeu ainda que deveria haver uma maior fiscalização no que se refere à cobrança de impostos, para penalizar os incumpridores, e às empresas. Disse ainda que, se for eleito, reforçará o policiamento das cidades.
Já o candidato Miguel Ângelo referiu que, se for eleito, colocará aquecimento e relva sintética nos campos de futebol da escola e prometeu construir mais “jogos da macaca”. Em torno da escola propôs construir mais prédios.
Por fim, a candidata Cristiana Lima apresentou-se como a “Salvadora de Portugal” e prometeu, desde logo, acabar com a pobreza. No seu programa eleitoral, ao nível da educação, destacam-se as propostas de enriquecimento do projecto escolar (com o fornecimento de mais material às escolas e a obrigatoriedade de todas as turmas do país terem aulas de cidadania), de construção de Universidades e de mais escolas de Artes Performativas e de criação de mais academias de futebol profissional. Ao nível da ciência, defendeu a construção de um dos melhores laboratórios do mundo, ao mesmo tempo que propôs a criação de mais desenhos animados educativos. No campo social, referiu que, se ganhar, visitará os pobres de duas em duas semanas e que lhes fornecerá comida e roupa. Por fim, teve ainda uma preocupação ambiental, prometendo tornar o Dia Mundial da Árvore mais importante, incentivando actividades como plantar árvores, e terminou com um forte apelo ao voto na sua candidatura.
Mas a campanha eleitoral ainda agora está a começar. O candidato Ricardo Costa esteve doente e, por isso, só na próxima sexta-feira apresentará o seu programa eleitoral. Nesse dia, os candidatos terão mais uma oportunidade de esclarecer o seu eleitorado, respondendo às questões que lhes serão colocadas por um entrevistador. Os entrevistadores de serviço serão a Ana, a Beatriz, o Diogo Lourenço, o João, a Johanna, o José Araújo e a Marisa. Ao fim desta luta toda quem irá ganhar as eleições presidenciais de 2011? Quem será?
Texto de Jorge Moinho, 6.º B (E.B. de Vila Praia de Âncora)