Os Sabichões estão a ler o livro Tristão e Isolda e o filtro de Amor que os uniu, com ilustração de Alessandra Cimatoribus (2008), e entretanto tiveram também oportunidade de assistir à projecção do filme Tristão e Isolda, produzido em 2006 por Ridley Scott. Este realizador é também responsável por outros grandes filmes com um forte contexto histórico, como 1492 – A Conquista do Paraíso (1992), Gladiador (2000), Reino dos Céus (2005) e, recen
temente, Robin Hood (2010).
Tristão e Isolda é uma história lendária sobre o trágico amor entre o cavaleiro Tristão, originário da Cornualha (Grã-Bretanha), e a princesa irlandesa Isolda. De origem medieval, a lenda foi contada e recontada em muitas e diferente
s versões ao longo dos séculos. O mito de Tristão e Isolda tem origem em lendas que circulavam entre os povos celtas do norte da Europa, ganhando forma escrita na segunda metade do século XII. A história de Tristão e Iso
lda foi amplamente difundida por toda a Europa nos séculos seguintes (por vezes misturada com as lendas do Rei Artur e dos Cavaleiros da Távola Redonda), terá inspirado William Shakespeare a escrever Romeu e Julieta, no século XVI, e deu origem a uma famosa ópera de Richard Wagner, no século XIX.
temente, Robin Hood (2010).Tristão e Isolda é uma história lendária sobre o trágico amor entre o cavaleiro Tristão, originário da Cornualha (Grã-Bretanha), e a princesa irlandesa Isolda. De origem medieval, a lenda foi contada e recontada em muitas e diferente
s versões ao longo dos séculos. O mito de Tristão e Isolda tem origem em lendas que circulavam entre os povos celtas do norte da Europa, ganhando forma escrita na segunda metade do século XII. A história de Tristão e Iso
lda foi amplamente difundida por toda a Europa nos séculos seguintes (por vezes misturada com as lendas do Rei Artur e dos Cavaleiros da Távola Redonda), terá inspirado William Shakespeare a escrever Romeu e Julieta, no século XVI, e deu origem a uma famosa ópera de Richard Wagner, no século XIX.Como sabem, o filme não tem gigantes, anões videntes e cães mágicos, não coloca Tristão a lutar frente a frente com um dragão, nem inclui o célebre episódio da cor das velas que ditou o destino de Tristão, mas termina com
uma bonita frase dita por Tristão a Isolda: "Não sei se a morte é maior do que a vida, mas o amor é maior do que ambas". Caros Sabichões, vamos lá dar uma opinião sobre o livro ou sobre o filme. Valeu a pena ou não? Para os mais audazes, sugiro ainda que leiam uma versão mais completa da obra, preparada por Laura Vasconcellos (da Guimarães Editores), cuja capa aqui apresento.
Para quem quiser rever um pouco do filme, deixo aqui o trailer:
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